Eu quero as bombas!


Quando vocês estavam de fora, arrotavam (nojo) em prosa e verso que iriam desmascarar ao Armando e todos os secretários, diretores e coordenadores. O termo usado pelo "homi-di-ferru" em uma certa feita é de que iria fazer uma "faxina". 

Pois é. Na linguagem deste presunçoso todos estavam sujos. Só ele ia ser capaz de fazer limpeza! Quaquaraquaquá! Eis que o pano que usam para limpar parece que, primeiro, passou numa pocilga, aí, resolveram aplicar na cidade.

Vocês viviam dizendo que tinha enriquecimento ilícito por parte de todos. Na primeira semana de janeiro, foi um sobe e desce de escadas com caixas de arquivo que algumas pernas devem até ficado torneadas. Deviam estar procurando o "ovo de ouro".

Vocês não vão fazer revelações "bombásticas"? 
Não encontraram nada poderosamente comprometedor aos desafetos de vocês? 
Não tem contas em paraísos fiscais? 
Não tem contrato com "mensalinho" municipal?

Nada que vocês possam reunir e fazer um picadeiro exclusivo dizendo algo assim: 'Num falei? Achamos! Eis aqui a prova!'?
Não tem nada que venha da parte de vocês que torne a coisa mais apimentada? Que faça todo mundo levar a mão à boca?
Só vocês vão ficar com o maior recorde de denúncias no primeiro ano de mandato?

Cadê a ofensiva da badamecagem? Ficou restrita àquela publicação cretina sobre o atual vice-prefeito que devolveu R$ 500,00 (quinhentos reais) em função de reajustes de salário a mais em R$ 200,00. Atirando contra o grande responsável pelo infeliz retorno de vocês. Traição inconteste!

Sinceramente? Eu esperava mais de vocês. Incompetência para o trabalho positivo é pública e notória. Quem conhecia a trajetória do clã, já avisava que ia ser assim. Contudo, cheguei a acreditar que vocês conseguiriam, pelo menos, causar mega-escândalos na cabeça dos outros. Sabe aquele coisa bem produzida? Com direito a coletiva para apresentar provas incontestáveis? Eis que escândalos mesmo, só os que vocês são protagonistas. Ajuda aí, puxa vida!

Decepcionado! Ainda faltam 25 dias para acabar o ano. Ainda tem horas suficientes para uma ação mais contundente contra o PSDB do que essa lenga-lenga de que ficaram dívidas, estão sem dinheiro blá blá blá. 

Hoje é o dia de número 339! Até a eleição de 2016, vocês terão 1031 dias! Mas não vai esperar passa tanto tempo, não é mesmo? Precisamos tomar conhecimento antes. Também não venham com aquelas denúncias entre julho e setembro de 2016. Se já está difícil acreditar em vocês, agora, em período eleitoral, então, piorou.

E nem adianta fazer beicinho! Também não tenho medo de vodu! Para agonia e ranger de dentes de vocês, não tenho nenhum parente ou amigo para vocês demitirem ou mudarem de função. 

Jogo de interesses


Existe um certo alguém na cidade que dizia, em prosa e verso, que não iria se envolver no governo do Badameco-Mor. Que tinha outros interesses e que a vida pública não mais lhe apetecia. Com o correr dos dias a coisas se mostrou arbitrariamente diferente. Tão diferente que toda hora chega a informação que do A ao Z só está aqui ou acolá por pitaco da pessoa. Então, né! 

Qual o interesse disso? Preparar o caminho para se apresentar como opção ao cargo majoritário em 2016? Como vai chegar ao conhecimento da pessoa supostamente desinteressada, fica sabendo que enquanto você vem com o milho crú, estamos lambendo os dedos do recheio de chocolate e cobertura de chantilly. 

Quer me processar, mas não sabe como, né? Também quer descontar em mim, mas não encontra nenhum parente ou amigo para vocês demitirem ou mudarem de função, né? Calma! Não se avexem. Temos algumas opções: 
( 1 ) Eu me canso
( 2 ) Eu fico mais irritado
( 3 ) Vocês começam a trabalhar
( 4 ) Vocês tiram o timeco de campo

Se eu não me cansar e vocês não tirarem o timeco de campo, melhor não se exasperarem. Terão muito o que suportar.

Poder citar o nome de algumas pessoas nas postagens é legal. Mas, deixar um batalhão com a pulga atrás da orelha é mais legal ainda. Até amigos próximos me questionaram acerca de quem estava falando. Claro que, para eles, a verdade vai nua e crua, alias, melhor crua, porque nua seria a visão do Armagedom. 

Em homenagem ao Clube da Vingança:



Perdeu, playboy!




Em janeiro, um imbecil que integra o Clube da Mentira, disse, na sala do Departamento de Comunicação e Eventos da Prefeitura, que esperava me encontrar por lá quando chegou. No alto de sua insignificância disse que iria me tirar do setor e me mandar para a usina de asfalto. Quaquaraquaquá! Quem riu? Quaquaraquaquá! Fui eu!

Primeiro, idiota-mor, meu cargo de concurso era lotado na Educação. No máximo, eu poderia ser designado para atuar nas escolas.

Segundo, depois de 10 anos no poder público, eu não tinha intenção de me manter na Prefeitura nem que o Luiz Braz tivesse sido eleito. Não seria com a presença do badameco-mor que eu iria me manter. 

Agora, no alto da empáfia deste imbecil, se alguém perguntar quanto tempo ficou por lá, a resposta será: menos de 160 horas. Vamos comparar com os meus 10 anos?


Preparação para a guilhotina



Dicas práticas para quem vai conhecer a navalha
do badameco-mor por mais dedicado que seja

Tenho dito que o badameco-mor não conhece essa história de ser agradecido a quem contribui com suas conquistas. É inteligente nunca ficar iludido(a) com o sorriso amarelo. Ele só tem interesse em quem lhe garanta vantagem. Se por qualquer motivo entender que você não tem mais utilidade, enquanto a canetada é sua prerrogativa, o golpe sempre virá. 

Induzido por língua de gente que arrotava desprendimento e dizia que não iria se envolver, o "sinhô-das-obra" já fez atrocidades e mais tem para executar. A vingança é um componente que envenena o sangue e faz azedar a alma.

Isso posto, cabe uma dica para os futuros nomeados. Afinal, até junho de 2016, veremos uma galeria com muitas e novas caras. Algumas prováveis, outras tão surpreendentes quanto os jarinuenses. Independente de quem venha, quer seja tecnicamente gabaritado ou politicamente empurrado goela abaixo, todos podem ter uma coisa: carisma.

Conquiste as pessoas. Mostre que se interessa pelos seus futuros subordinados e tenha interesse sincero. Não finja que se importa, porque as pessoas sentem suas reais intenções e o seu próprio corpo fala quando está mentindo no trato com alguém. 

Dentro da sua área de atuação, aproveite o máximo para manter contato com as pessoas que atuam no setor. Se for para Obras e Planejamento, aproxime-se dos engenheiros e arquitetos. Se for para Educação, mantenha vínculos com as redes pública e privada. Se for para Saúde, aprofunde sua rede. Aproveite o posto para travar conhecimento, trocar experiências, ouvir necessidades de líderes comunitários, presidentes de partido, líderes religiosos (católicos, protestantes, espíritas). 

Se um problema não for resolvido por capricho do badameco-mor (coisa comum), marque um almoço com a pessoa para contar tudo o que você tiver feito e como ficou apenas com o não. Se for um não justificado pela lei, apresente a legislação que estiver embasando. É melhor um não bem justificado, do que um silêncio infundado.

Digo enquanto cidadão e pela vivência como servidor. Uma grande parcela da população fica para lá de satisfeita, quando recebe informação com clareza. Muitos podem até discordar da resposta, mas se houver legitimidade, as pessoas ficam felizes por serem, ao menos, respeitadas. 

Seja sempre muito sincero, com a devida discrição e cuidado. Se entender que a pessoa tem caminhos para tentar "te fritar", não diga tudo. Apenas o que convir. Se no entanto, perceber que a pessoa merece confiança, não transpire a camisa, não suje sua mão para defender o badameco por "lealdade". Lembre-se: ele só será leal a ele mesmo. 

Reconheço que tem aquela coisa de pensar: 'ele me deu oportunidade'. Isso é um lado da moeda. O outro lado, é que você é nomeado como agente político. Logo, qualquer que seja seu posto, está lá para bem servir à comunidade e, não, endossar caprichos e assinar pela incompetência alheia.

Não tenho a resposta final. Existem outras questões que pessoas mais capazes do que eu podem te passar. Procure por elas. Se forem de oposição, mas você sabe que são experientes e capazes, marque encontro sigiloso e aconselhe-se. Espero que essas dicas te ajudem a exercer da melhor maneira possível as suas atribuições seja elas quais forem.

Como o badameco-mor vai querer te exonerar mesmo, até que isso aconteça, você terá ampliado seu leque de relacionamento. Pode até consolidar seu nome como liderança política. Quando sair, não vai levar somente o salário. Terá consolidado sua imagem, construído respeitabilidade.

Ao ser dispensado(a), aqueles que tiverem conseguido perceber seu valor, vão reclamar, protestar, enfim, vão comprar sua briga. Vai reverter? Provavelmente, não. Gente que se acha monarca soberano, não retrocede, pois acha que rever posição é sinônimo de fraqueza. Visão de gente atrasada e pequena. 

Desejo aos futuros contratados e aos próximos guilhotinados um melhor aproveitamento de suas atribuições.

Peru indigesto, champagne estragado



A dança de cadeiras e a modalidade esportiva do "cortem-as-cabeças" é tática velha do badameco-mor. Segundo quem já conhece o modus operandi do dito cujo de outros carnavais, essa mania de ficar trocando gestores é só para dizer que se importa, passar a ideia de que o incompetente era quem saiu (o que não deixa de ser verdade), e tentar ocultar a própria incompetência-master.

Com isso, o Natal e Rèveillon de um considerável número de apaniguados não vai ser tão risonho quanto o foi em 2012, quando tudo era flor com o badameco-mor. As unhas quase não ficam inteiras para montar o look de festa. Os cabelos quase não sobram para levar um creme, uma chapinha ou apenas o velho e bom shampoo.

Nesta toada, tem outros piolhos andando em algumas cabeças ainda que já estejam lisas. A próxima virada não vai ser tão fogosa. Em 2012, a esta altura do campeonato, tinha um bando deles arrotando valentia e superioridade. Nem bem fechou o ciclo anual e a Dona Vergonha impôs um silêncio sepulcral.

Vai virar o ano, algumas cabeças rolam, as pessoas se iludem achando que "agora vai". Daí, depois de um tempo inicia-se outro campeonato do novo esporte campo-limpense: acerteoglúteo. Os jogadores, via de regra, fazem até o desenho de círculos concêntricos que chamamos de alvo. Tem também vários tipos de calçados. Têm preferência por botas, mas na pior das hipóteses usam sapato convencional. O importante é acertar o alvo e mandá-lo para longe.

Rótulo contradiz a essência




Enquanto insistem em dizer que as conquistas já programadas tempos antes de ocuparem o poder é mérito deles, a prática diária mostra outra coisa. Criara o infeliz slogan "governo da reconstrução". No entanto, o chefe da trupe nunca teve capacidade sequer de começar do zero, teria, de repente, evoluído e aprimorado técnicas de reconstrução?

Competência sob suspeita


No final de 2012, em entrevista ao Jornal de Jundiaí, o badameco-mor disse o seguinte: 
"(...) A grande preocupação que tenho é colocar técnicos, pessoas capazes, com conhecimento para poder cuidar bem da gestão pública. Não posso querer correr o risco de fazer nomeação política para agradar determinadas pessoas. As nomeações serão técnicas."

Porém, contudo, todavia.... em 11 meses de ocupação do poder (governar é outra coisa), o grande hit foi a dança das cadeiras. Esta semana, além do secretário de Obras e Planejamento, a servidora que ocupava função de coordenadora geral na Assistência Social também teve de ser remanejada por absoluta comprovação da incompetência. Chegou ao posto para dar suporte a outra servidora, essa em comissão, que acreditou no eventual gabarito técnico vendido pela dita cuja. Ficou só na intenção. A prática foi bem contrária.

O primeiro dia do último mês deste ano funesto para a cidade, raiou para mim com a informação de que mais uma cabeça pode rolar. Desta vez, é alguém que fica perto da torre de marfim onde um certo alguém acha que tem função de reinar, não, de administrar. Não tenho objetivamente nada contra esta próxima cabeça sob o fio da navalha. 

Por isso, não celebro sua queda, mas não posso perder a oportunidade de ressaltar o quanto esta trupe que se apossou do comando da cidade, é composta por gente despreparada, desarticulada e que já deixou muito claro que os interesses são pessoais e, não, coletivos.

Como digo sempre: tudo nesta vida serve de lição, nem sempre boas lições, mas sempre lições. Da próxima vez que prometerem mudança, vai ser preciso perguntar: para pior ou para melhor? Neste caso, a promessa da mudança se cumpriu. Isso eu não posso negar. Contudo, foi para muuuuuito pior.

 
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