Força-tarefa Civl


Gente, os ocupadores do poder já deixaram claro a incapacidade e cinismo com que estão encarando os mais de 130 casos de Dengue confirmados até aqui. Sabe-se lá quantos dos 140 sob análise vão fazer este número crescer.

O problema está aí e não adianta fazer vistas grossas. Neste fim de semana, especialmente amanhã, é dia de muita gente participar de cultos (evangélicos) e missas (católicos). Não tenho conhecimento de reuniões dominicais entre os espíritas, se ocorrer, meu pedido vale para este grupo também.

Na medida do possível, quem for líder ou fizer parte de uma destas comunidades dedique um tempinho para: 
1) Orar em favor da população que está a mercê de uma conjuntura de coisas desagradáveis; 
2) Ainda em oração, pedir para que ou os responsáveis coloquem a mão na consciência ou na maçaneta da porta sem a chave para voltar;
3) Fazer um apelo aos participantes de cada comunidade religiosa que dediquem um tempinho adicional na observação do que há "do portão para dentro" de suas casas que possa se tornar criadouro do mosquito.

Acredito que precisamos fazer com que o assunto entre na pauta desde a mesa do bar até os altares. Não com o intento de uma profanação, mas de modo a fazer com que surja alguma consciência. O pânico parece estar instalado. Agora, temos de refletir e agir pelo bem de todos.

Quem tiver mais proximidade com o padre ou pastor de cada igreja, apresente, por gentileza, esta questão. Não precisa mudar o tema da homilia ou pregação. Pode ser algo naquele momento dos avisos das atividades da igreja. O importante é que todos estejam engajados na luta.

Reino desencantado


Viajando para Mato Grosso, passei por um portal tridimensional e acabei conhecendo o Reino de Remelá (leia-se o agudo do "a"). Fui recebido por, Frustradino, um jovem anfitrião que embora estivesse contente em me apresentar sua cidade, sempre deixava escapar que há pouco tempo as coisas estava melhores do que no momento da minha visita.

Uma das coisas que mais reclamou foi sobre o mato que parece crescer sob efeito de fertilizantes. Questionei se o Imperador Iracundo Atado e a Imperatriz Pocilga de Ira não estavam fazendo nada para melhorar isso e Frustradino disse que não.
Ao passar numa escola do império, meu guia relatou que nunca tinha acontecido de chegar a faltar folha de papiro para os piás. Mas agora, reclamam até da comida. Já mandaram repolho cru para os piazinhos comerem, coitados.

Minha visita ao Reino de Remelá foi rápida, mas rica em informação. Não vou detalhar tudo agora. Mas a que chamou mais minha atenção foram as revelações que Frustradino contou cochichando e levando a mão à boca com medo de que algum duque ou duquesa, marquês ou marquesa lesse seus lábios.

Frustradino contou que havia uma festa no reino que já tinha se tornado tradicional. Mais de 15 anos de promoção da Tourada, evento que atraía súditos de todo o reino e até de terras distantes. A festa consistia, basicamente, no que é feito nos Rodeios de Peão realizados no Reino de Pau-Brasil.

De acordo com meu guia, logo depois que Iracundo Atado foi empossado, teve um levante no reino contra a festa. As alegações era de que o evento torturava animais, que precisava fazer algo com os bobos da corte e não pagar caro por convidados de longe. Depois de muito alvoroço no reino, a tal festa foi cancelada.

Quem fez o movimento até acreditou que o Imperador estava solidário à causa animal. Porém, Frustradino ficou sabendo que teve um duquezinho enviado do Jardim de Estrume, nome do Palácio do Governo, para falar com o vassalo que poderia realizar a Tourada. O emissário tinha uma missão: pedir 200 mil moedas de ouro para que o Imperador autorizasse a realização do evento.

Frustradino lamenta que o realizador se recusou a pagar o "pedágio" e, por isso, não houve a festa. O Imperador chamou uns vassalos de nenhuma qualificação e organizou uma Quermesse. Com isso, o pessoal que se mobilizou contra a tourada até acredita que a voz deles foi ouvida, mas na verdade, quem não "gritou", foram as moedinhas no fundo do baú.

Luta dos professores


Isso não é "politicagem" como querem definir os membros do (des)governo. É reivindicação de política pública e um "lembrete" para todas as promessas que fizeram a cidade trocar de mãos. A expectativa era mudança para melhor, no entanto em todos os setores o que se vê é um descalabro sem precedente.

Xerife? Mudamos o sistema de governo no País?


Pois é. Tem servidor que já se refere ao Zé de Assis como "xerife". Se por um lado isso poderia denunciar uma postura de firmeza na gestão pública, por outro revela que a percepção geral é péssima.

Um servidor exaurido desabafa e detalha que "tudo o que vem acontecendo foge dos meus princípios. Por que continuo trabalhando? Porque preciso. E, olha, o meu dinheiro é abençoado".

Por não ser conivente nem endossar as arbitrariedades, há quem diga que ele esteja "traindo o xerife". O servidor refuta, porém, lembrado que foi "traído por eles, acreditei, e olha só o que deu". A insatisfação toma conta e as declarações prenunciam mais instabilidade: "mas se ajudamos colocar, podemos ajudar a tirá-lo".

Grito entalado
Segundo o servidor, "quem atua de verdade nesta administração está totalmente desprovido, abandonado". Ele desabafa: "Tem dia que sinto medo, insegurança, sinto-me desprovido de tudo". A expectativa é começar uma correção dos rumos a partir da base: "Por este motivo que precisamos reverter o jogo."

O servidor ainda quer ter a oportunidade de colocar as coisas em pratos limpos "nem que seja no corredor de supermercado". A promessa é que "essa angústia, decepção, tristeza" serão comunicadas ao Zé de Assis e sua mulher: "Vocês não cuspiram no prato que comeram e, sim, catarraram no prato!!!"

Espiões
Segundo o servidor, há olheiros contratados "e tem idiota que se prontifica", protesta. Na Secretaria Municipal de Educação, segundo denunciou a fonte, "tem uma lá que cumpre 20h e trabalha no Objetivo, à tarde."

Desilusão
"O descredito está total. Até os mais próximos estão desanimados. Não acreditam em nada!", revela o servidor frustrado.
Ele complementa: "O pior foi acreditar em mudanças. E hoje a Prefeitura entregue às Repúblicas Jundiaiense e Jarinuense". Enquanto isso, os campo-limpenses "sem o direito de opinar", contesta.

"Trabalho com pessoas extremamente competentes. Hoje, o que presencio é só tristeza. Tem servidor que chega em casa e chora", relata. O balanço da invasão externa é funesto: "Eles nem conhecem a cidade. Confundem Botujuru com São José!"

Palavras recorrentes: traição, arrependimento, abandono e saudade


Hoje, dia 11 de abril, entre 11h e 12h30, dando mais uma voltinha em Campo Limpo Paulista, usando bermuda e chinelo Havaianas, posto que minhas despesas estão devidamente pagas pelo suor do meu rosto, visualizei mais algumas cenas que era melhor não ter visto (mato, pichação etc) e encontrei com gente que não tem papas na língua.

O contato serviu para matar saudade das brigas que eram travadas no meu setor no tocante à realização de eventos. Os embates, todavia, eram saudáveis e tinham o bem coletivo como prioridade. Meu interlocutor recordou que no primeiro contato com os novos gestores de Cultura e Eventos, fez um pedido acerca do Carnaval: "Vocês não precisam fazer melhor, basta empatar com quem saiu". Resultado: em 2013, primeira derrocada com relação a 2012, e em este ano, conseguiram uma proeza: superarem a si próprios na incompetência e no fazer ruim.

A conversa descambou, ainda, para outras atividades culturais que viraram pó tais como festivais de dança, música, literatura e teatro. Isso corroborou com o que ouvi de outro talentoso músico que, no sábado de Carnaval, me confidenciou ter comunicado aos gestores (sic!) de Cultura o seu completo desinteresse em integrar a lista de possíveis convidados para quaisquer atividades na cidade.

No papo de hoje, meu interlocutor contou que muitos de seus amigos que vestiram a camisa do Zé de Assis, chegam para ele hoje e soltam a pérola: "Se arrependimento matasse..." 

Ainda sobre Carnaval, no alto de sua empáfia, o Badameco-mor disse que pediria ao Armando para que em 2012, adiantasse a liberação da subvenção às Escolas de Samba referente a 2013. O pedido, pretensamente, seria formulado dentro do período de transição. Se pediu, ninguém sabe, o fato é que, ano passado, a Câmara fez sessão extraordinária no dia 10 de janeiro para poder liberar o dinheiro às escolas de samba e blocos de Carnaval. 

Acreditava-se que o atraso de 2013 seria minimizado este ano. Considerando que era o Sassá Mutema campo-limpense quem estaria capitaneando todo o processo, a velocidade seria histórica! E foi. Entre a lesma e o cágado, o (des)governo ficou em terceiro lugar na corrida. O dinheiro foi liberado na quarta-feira que antecedia o sábado de Carnaval. Rápido, não? Estou estupefato!

Pois é. A cada postagem as palavras recorrentes são: arrependimento, abandono e traição. Hoje, soube que a palavra "SAUDADE" também é recorrente. Inclusive já foi usada diante do próprio Zé de Assis: "Que saudade do Armando!" (Quaquaraquaquá!) 

Ao ouvir isso, o alcaide teria tido a reação já coreografada e repetida à exaustão: dar um murro na mesa! Sugiro que troquem os vidros nas mesas do Gabinete por granito. Afinal, vai ter muito o que esmurrar!

Reivindicações dos professores e ações dos incompetentes


Na última sexta-feira (4), os professores protagonizaram a mais contundente movimentação de funcionários públicos contra os desmandos do Badameco-mor. Enquanto uma comissão apresentava as reivindicações, quase uma centena de profissionais de educação, com apoio de munícipes solidários, chamavam a atenção da população na frente do Paço Municipal.

Depois de quase três horas de espera, as professoras Ivone, Cristiane Damasceno e Andréa Amato deram um panorama geral dos novos "compromissos": 1) demitir funcionários que são avaliados como "aspones"; 2) devolver professores que estão no Esporte para a sala de aula; 3) nomear trio gestor com capacidade e experiência nas áreas correspondentes, entre outras pautas que fariam Pinóquio ficar ruborizado por encontrar um concorrente tão implacável.

Esta semana, enfim, a artimanha de demitir funcionários foi executada. Limaram dois (ou duas) Assistentes Técnicos Pedagógicos (ATP's) e três supervisoras. Não sei quem são os demitidos ou as demitidas. Se puderem se indentificarem inbox, manterei o sigilo sobre a identidade de vocês.

O argumento dado foi "incompetência". Mas é meio jocoso que prometam economia de recursos financeiros de um lado e acusem incompetência do outro. Se é por esse último motivo, descobriram "assim!!!", da noite para o dia? Com base em que "comprovam" a desqualificação?

Gozado é que desde que o trio jundiaiense chegou e começou a falar aos quatro ventos coisas sem nenhum nexo como "Japão e Finlândia", já se sabia que elas não são qualificadas para a função. Ou seja, incompetentes com todas as comprovações possíveis. Então, por que estão mantidas?

Se a ação é para economizar, pressupõe-se que ninguém vai entrar no lugar nos próximos 15 ou 20 dias. Ou será que vão esperar um ano? Sugiro que se apressem, o pavio da bomba está muito curto.

Quem ou o que está por detrás desta economia de FG's? Quanto vai ser poupado? Ninguém me deu detalhes, mas considerando que os profissionais dispensados de seus cargos deviam ter FG's de, no máximo, R$ 800 (oitocentos reais), no mês seria uma economia de R$ 4.500. Com isso, vão aumentar o salário dos outros 500 professores? 

Hum... São mais R$ 9 (nove!!!) reais para cada professor. Dá para tomar três pingados com pão na chapa. Ajuda, né? E os FG's mais "obesos" que circulam entre os apaniguados, dá para cortar também? São gorjetinhas que ajudariam bem na economia.‪#‎Ficaadica‬

E como vai ficar os cortes nas diretorias criadas para acobertamento de gente comprovadamente incapaz, mas que goza da proteção da prefeita-virtual? E a parentaiada que está empregada em diversos setores? Um tal de sobrinho, tia, cunhado um verdadeiro sururu! Em outras terras, isso é interpretado como Nepotismo. E aqui, como chama?

Agradecimentos pelo Dia do Jornalista


Hoje, 8 de abril, devo iniciar os "pronunciamentos" tendo a gratidão como termo explícito. Tenho buscado torná-la presente em tudo. Confesso que as limitações da minha natureza humana tornam as coisas mais difíceis, mas conto com a ajuda de ninguém que o Todo-Poderoso. Dentro das minhas concessões, afinal Ele é só vai até o limite que eu entrego em Sua mão de modo voluntário e verdadeiro (fingir não adianta), percebo a sua lapidação especializada. Até que se rompa o fio de prata devo aprender alguma coisa.

A gratidão precisa estar explícita na palavra escrita em função dos muitos cumprimentos pelo Dia do Jornalista lembrado ontem (7). Amigos próximos e distantes, que vejo sempre ou que há tempos não encontro, dedicaram um tempo para felicitar a mim e a outros colegas. Faço especial referência aos cumprimentos auspiciosos registrados na Rádio Debate, no programa "Direto ao Ponto", apresentado pelo David DeLira e participação simultânea do João Prado. Além dele, o vice prefeito, Marcão Martins, também se pronunciou de modo a que, seria mentiroso se não reconhecesse o lisonjeamento que tomou conta. 

Refeito do momento de arroubo, resta a gratidão pela honra. Reitero a extensão dos méritos a outros colegas como Gabriela Cauzzo (Gaby) e Felipe Schadt e, em nome deles, estendo o reconhecimento aos demais operários da notícia. 

Gente que gosta de compartilhar informações que podem ajudar na construção da nossa sociedade. Gente que pergunta tudo, porque odeia a serenata de inseto com suas indagações. Gente que desconfia de esmola generosa demais. Gente que é reconhecida como "corajosa", mas na verdade somos colaboradores de um futuro melhor.

Somos apenas cidadãos que aprenderam o valor da palavra escrita e falada. Gostamos da harmonia e fluidez entre o que escrevemos e mostramos por imagens ou vídeo. E prezamos, sobretudo, pela coerência entre o que verbaliza os lábios e expressam os atos. 

Ficamos um pouquinho mais irritados quando constatamos isso de modo explícito e queremos colocar o rei nu quando ele tenta esconder a dissimulação. Resolve? Nem sempre. Mas avisa a todos que não estamos dormindo, tampouco somos idiotas.

A seara é espinhosa. O solo por vezes é árido, cheio de entulhos. Isso dificulta o trabalho, mas não torna impossível. Só exige mais persistência e suor. Paz e bem a todos.

 
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