O lado bom da mudança de poder


Águas que passam: toda mudança permite fazer uma boa limpeza interna e externa

Após 19 meses de ocupação do poder, o arrependimento, a traição e o desejo de fazer diferente é o que mais se percebe no discurso tanto de formadores de opinião no universo virtual, quanto nas ruas.

Entretanto, o retorno do Político do Sarcófago tem algumas lições a ensinar. Dentre elas destaco:

1) Tudo sempre pode piorar. Se antes se queixavam da temática de tecnologia da informação na escola, hoje dele sentem falta;

2) Ficou comprovado que para assumir o poder, vale prometer os anéis de saturno e entregar o enxofre do inferno;

3) O não retorno do Luiz, fez arrefecer de vez qualquer expectativa político-eleitoral do Hashimoto (dizia que tinha acabado, mas uma recaída sempre seria possível);

4) Os plantonistas interesseiros que sempre se fizeram de amigos do Braz ou do Hashimoto estão com as máscaras na lona e com ações de fácil observação. A ladainha do 'Quero o bem coletivo' é desconstruída pela comprovação do bordão mais realístico: 'Meu pirão primeiro';

5) No âmbito pessoal já sei com quem não quero trabalhar de novo sob qualquer pretexto (folgo em saber que a recíproca é verdadeira);

6) Tenho a oportunidade de ser riscado da lista de algumas pessoas (que acabam por me prestar um favor) e ganhei o respeito e afeição de outros tantos de melhor estirpe (o que se torna para mim combustível);

7) É possível fazer uma faxina geral, tirar as teias de aranha, espantar as aves de rapina, serpentes e outros animais peçonhentos.

Nunca pensei que iria escrever isso, mas, vale a conclusão: 
"Valeu, Zé de Assis, seu governo desastroso é bastante útil."

Palhaços que reivindicam seriedade


No final de junho, um dos apresentadores do programa CQC, Rede Bandeirantes, fez a primeira visita a Campo Limpo Paulista em função de uma nova denúncia (a sétima em 19 meses) que aponta improbidade administrativa no rompimento de contrato e definição de nova administradora do Hospital de Clínicas.

Um munícipe, Helton José Pereira, escreveu sobre o assunto para o Jornal de Jundiaí, na coluna "Espaço do Cidadão" o que segue:

"CQC EM CAMPO LIMPO    
Há cerca de dois anos, utilizei o espaço cedido pelo JJ em duas oportunidades: uma para elogiar o programa CQC e seu quadro “Proteste Já” e questionar se os administradores da nossa região estavam preparados para recebê-los; e outra para questionar uma informação publicada em Campo Limpo Paulista por um jornal local durante as eleições municipais de 2012, que dizia que o hospital da cidade teria 7 leitos de UTI mediante a assinatura do governador (se ele precisar de caneta, eu tenho).
Com enorme satisfação, soube que há poucas semanas a voz do povo de Campo Limpo Paulista foi ouvida e representada pela rede Bandeirantes de Televisão, que procurou o programa CQC e o quadro "Proteste Já", reclamando justamente da administração do Hospital, e ao que me consta, o prefeito não quis receber a imprensa, o que é uma pena, pois tiveram 20 anos para se preparar e mais dois anos que eu avisei, totalizando 22 anos. Que me provem o contrário se não é a mesma administração na cidade desde 1992.
Toda eleição, essa mesma equipe, a popular "farinha do mesmo saco", orquestra uma falsa desavença entre eles (como aconteceu agora entre o prefeito e o vice) e fingem se dividir para dividir também  a opinião pública, confundir a cabeça do eleitor e ludibriá-los, criando a falsa expectativa de renovação. 
Tenho esperança de que esta situação se "eternize" na memória do eleitor campolimpense e traga expectativas reais de renovação no cenário político dessa cidade.  Obrigado.
Helton José Pereira"

Em resposta, o atual secretário de Governo, argumentou:
"Prezado senhor Helton José Pereira, 
Quanto ao seu gosto pelo programa intitulado CQC, idem. O assisto às vezes para dar boas risadas, a exemplo do Zorra Total, Pânico na Band, a Praça é Nossa etc. O quadro intitulado "Proteste Já" tem a pretensão de ser uma reportagem jornalística séria, porém é realizado pelos mesmos atores e humoristas que compõem o restante do programa. Nada contra o humor, porém encarar tal proposta irreverente e escarnecedora como jornalismo é no mínimo ingênuo.
Em momento algum nosso prefeito recusa receber membros da imprensa, segundo os padrões que definem a respeitada categoria. A questão que o CQC tentou usar como justificativa para fazer o mesmo que tem feito com inúmeras personalidades do país (escárnio) encontra-se subjudice. Caberá à Justiça decidir se houve ou não irregularidade na contratação em questão, e a verdadeira imprensa certamente irá noticiar.
Quanto à vossa opinião acerca da política local, e sua "teoria da conspiração", merece nosso respeito e poderá, ou não, ser comprovada, pelo breve futuro. Ao término de nosso mandato, seus resultados serão submetidos ao julgamento popular das urnas, como aconteceu com os quatro mandatos dos dois médicos que governaram a cidade por 16 anos, e que deixaram o Hospital nas condições que o senhor criticou em 2012.
Roberto Januário, Secretário de Governo da Prefeitura de Campo Limpo Paulista"

Link original das citações acima (clique aqui).

Vamos a alguns grifos:
"O quadro intitulado "Proteste Já" tem a pretensão de ser uma reportagem jornalística séria, porém é realizado pelos mesmos atores e humoristas que compõem o restante do programa. Nada contra o humor, porém encarar tal proposta irreverente e escarnecedora como jornalismo é no mínimo ingênuo."

"(...)  a verdadeira imprensa certamente irá noticiar"

Chega a ser ridículo essa trupe de incompetentes reivindicar "seriedade" para a atuação de uma equipe de TV. O que eles sabem de seriedade? Ao longo de 19 meses, não conseguiram convencer que saibam o que seja isso. 

Vejamos:
a) Prometer aumento real de 20% nos salários do funcionalismo e aprovar no segundo ano de ocupação do poder menos de 7%;

b) Romper contrato com a editora do sistema apostilado, ter uma despesa a menos de R$ 1 milhão com isso e, mesmo assim, alegar não ter recursos para comprar suprimentos como papel higiênico e produtos de limpeza nas escolas;

c) Começar a construção de uma UBS que foi chamada de UPA depois virou UBS no Jardim Europa e, agora, deixar o prédio às moscas;

d) Receber três creches em construção e, em 19 meses, ter entregue apenas duas, sendo que a segunda foi entregue deixando nu muitos santos para cobrir o novo;

e) Bater recordes insuperáveis na dança das cadeiras sendo que a última enevoada rescisão de contrato foi do badalado secretário de Esportes que, por acaso, é filho do "super-sério", da "Lenda", do "Mito", do "homi-di-ferru";

f) Reativar com carga máxima a "indústria da multa" que o Badameco-mor dizia existir para enriquecer ao Hashimoto. E agora, "enriquece" a quem?;

g) Estrangular a folha de pagamento chegando próximo dos 54% da despesa do município sendo que, quando estavam de fora, fizeram escarcéu quando a gestão anterior superior o limite de 51,3%;

h) Não realizar a Festa Julina pelo segundo ano consecutivo sendo que em 2013, cancelaram a festa com o argumento de que estariam destinando mais dinheiro para a saúde e ainda diz em rede social: "solidariedade a gente vê por aqui";

i) Propalar, em julho do ano passado, que já dispunham dos R$ 300 mil para reforma do teatro que "estava caindo" e até agora não se moveu uma telha do lugar e nem um pé em direção à tal reforma;

j) Interromper contrato com a antiga gestora do Hospital de Clínicas com a promessa de (1) melhorar no atendimento e (2) reduzir custos (economizar). Na real: contrato de quase R$ 90 milhões; precarização do atendimento; record em boletim de ocorrência no prédio ao lado;

k) Permitir que a cidade alcançasse 300 casos de Dengue e ainda dizer que é "culpa do japonês";

l) Enviar o famigerado projeto de lei 571 com a promessa de reduzir 303 cargos, contratar 140 médicos e revolucionar a gestão pública. Na prática: ninguém demitido; salários de aspones em dobro; inchaço de uma nova diretoria que foi criada para "angariar recursos" e, de verdade, "só consome o erário";

m) Não dar conta de ferramentas de trabalho dos professores como lousas digitais e notebooks (laptops dos alunos);

n) Vir a público e, descaradamente, dizer que as reformas das estações da CPTM de Botujuru e Campo Limpo são conquistas, desta administração;

o) Bater nos peitos, cinicamente, que o novo viaduto é conquista de quem por ele não moveu uma palha;

p) Confessar, publicamente, que mantém contrato com empresa de segurança que, em tese, estaria protegendo a sumidade por ameaça que não existe um mísero áudio, ligação, bilhete entregue por pombo-correio;

q) Desvio de função de "n" Guardas Municipais, inclusive para proteção indevida de chefe do executivo que, quando precisa de proteção, de fato, tem designação de policiais militares assinada pelo Governador do Estado;

r) Piora em todos os sentidos de uma das festas de mais fácil realização: Carnaval. Acerca do qual um carnavalesco já disse: "Vocês não precisam melhorar, basta manter. Resultado: ficou muito pior".

s) Recorde de denúncias no Ministério Público municipal com citações referentes a trasporte escolar (R$ 4 milhões), suco de uva (quase meio milhão), contratação indevida de empresa de saúde (R$ 5 milhões);

t) Gastos desnecessários com locação de veículos e imóveis;

u) Propositura de um verdadeiro favelamento da cidade com a intenção de picotar a cidade e aglomerar pessoas sem a menor perspectiva de oferecer recursos hídricos, vagas de emprego, equipamentos de saúde e educação na mesma proporção de aumento da população;

v) Suspeita de acúmulo de riqueza desproporcional aos soldos oficiais com parente que consegue, em menos de um ano, imóvel de R$ 400 mil em área de chácaras;

w) Busca frenética pelo engavetamento de legendas partidárias apenas por arrotar uma expertise política que está coberta de pó e entretecida pelas teias do sarcófago de onde sai, todo dia, um certo ícone do século 15;

x) Inauguração das repúblicas de Jarinu e Jundiaí e consulado de Cajamar, contrariando o discurso do "fora forasteiros" que usavam contra Luiz e Armando que residem na cidade desde os anos 1980;

y) Gastos EXORBITANTES em publicidade para divulgar o nada e pagar o "tudo";

z) Permissão de aumento em 31,58% de aumento da tarifa municipal depois de um ano do tal "1,90" em vigor. Sendo que, quando soltaram a promessa, não fizeram questão de explicar que a redução não contemplaria 10 mil passageiros que usam o transporte para Jundiaí.

Uma gente que tem este "currículo" não pode reivindicar seriedade de ninguém. Afinal, qualquer apresentador de stand-up precisa ser muito "sério" para rir diante de narrativas como essas que ensejam mais o pranto do que o canto.

Complexo de vira-lata




A cada quatro anos temos, duas ondas de especialistas. De um lado, pessoas super empolgadas que, ‘parecem’ esquecer dos problemas sociais do País e entendem “tudo” de futebol, das regras de arbitragem às táticas de jogo. 
De outro, alguns que ‘parecem’ se tornar os mais politizados, esclarecidos e bem informados acerca das mesmas demandas, inclusive, com todas as soluções e que, por óbvio, dizem odiar futebol, condenar a “burrice” da massa etc.

Não acredito que as pessoas que vibram, torcem, sofrem, até passam mal com bola na trave aos 118 minutos do jogo (como foi na prorrogação de Brasil e Chile, 23 de junho) sejam menos cientes dos problemas do que eu ou qualquer outro cidadão. Entendo, apenas, que as pessoas reagem diferente a tudo.

Não assisto jogo por puro instinto de preservação. Não tenho coração de corintiano, nem tão pouco sou torcedor fluminense.
Meu contato com futebol e bola está restrito a observar um tio, Agnaldo de Carvalho, nas peladas perto da casa de minha avó, em Ilhéus/BA. Cumpria sempre a função de gandula. Em uma destas ocasiões levei uma bolada no peito que até hoje lembro a sensação. Logo, o relacionamento é traumático.
Também nunca gostei de ouvir os gemidos dos meus irmãos provocados pelas raladas homéricas que levavam em todo tipo de terreno. O que desenvolveu um espírito de preservação.

Entretanto, ao me interessar pelo resultado do jogo e o status da seleção no Mundial, não deixo de lado meu arcabouço de informação política. São interesses que apenas dividem espaço nos meus neurônios. Posso gostar de manga, sem deixar de lado o mamão.

A Copa acaba dia 13 de julho. No dia seguinte, os problemas estarão aí, tal qual estavam antes do seu começo. Será que os “super-politizados”  deste período vão manter os discursos? Teremos um engajamento à lá Lula: como-nunca-antes-na-histora-dêste-paiz? Ou voltaremos ao silêncio e apatia de sempre?

Já argumentei nesta mesma coluna que um título mundial este ano, fará com que os opositores de Dilma tenham de enfrentar uma fatia do eleitorado que vê em um título mundial a ‘solução dos seus problemas’. 
Entretanto, a ignorância de uma fatia da massa, não me credencia a ser um rabugento, ranzinza que olha para a onda amarela-e-verde e desdenha das virtudes dos próprios patrícios.

Um amigo jornalista, Conrado Guin, postou em seu mural do Facebook (sei essa de omitir o nome da rede social) a foto de um japonês que segurava um cartaz improvisado escrito o seguinte:
“Queridos amigos brasileiros, os japoneses são timidos, mas tive ocasião de conhecer e admirar seu país e sua gente, seus costumes etc. Até logo. Obrigado. Arigatô”

Diante do flagrante, Guin comentou: “Chega de viver o complexo vira-lata! Vamos aproveitar nossas qualidades, tão bem destacadas pelos ‘de fora’”.  Concordo em gênero, número e grau. 

Não perdi de vista os esqueletos que estão escondidos no armário e que só serão expostos depois de outubro ou em 2015. Não esqueci o oportunismo dos pilantras que apresentam-se como arautos de uma revolução improvável. Não me tornei cego, surdo e mudo.

Continuo vendo e ouvindo mais do que gostariam, e a Constituição continua em vigor, o que assegura-me o direito de dizer o que não está de acordo com o achismo da maioria.

Ainda assim, gosto de ver como a massa de brasileiros reage a um quase gol. Como que milhões podem gritar: “uuuuuhll” no mesmo momento. Gosto de ver as golas de camisas mordidas, os cabelos puxados e tudo o mais que só torcedor consegue fazer.

Gosto, mais ainda, de acompanhar as notícias com depoimentos de estrangeiros onde a alegria e simpatia do nosso povo são destaques para os visitantes. De fato, a Copa do Mundo rende muito assunto e muitas lições de vida. Aprender não é para quem pode, sim, para quem quer.

Discussões futebolísticas e engajamento político



A cada quatro anos temos, de um lado, pessoas super empolgadas que, parecem, esquecer dos problemas sociais do País. De outro, alguns que parecem se tornar os mais politizados, esclarecidos e bem informados acerca das mesmas demandas, inclusive, com todas as soluções.

Não acredito que as pessoas que vibram, torcem, sofrem, até passam mal com bola na trave aos 118 minutos do jogo (como foi na prorrogação de Brasil e Chile, 23 de junho) sejam menos cientes dos problemas do que eu. Entendo, apenas, que as pessoas reagem diferente a tudo.

Não assisto jogo por puro instinto de preservação. Não tenho coração de corintiano, nem tão pouco sou torcedor fluminense.

Entretanto, ao me interessar pelo resultado do jogo e o status da seleção no Mundial, não deixo de lado meu arcabouço de informação política. São interesses que apenas dividem espaço nos meus neurônios. Posso gostar de manga, sem deixar de lado o mamão.

Quando a Copa acabar, no dia 14 de julho, os problemas estarão aí, tal qual estavam antes do seu começo. Será que os super-politizados deste período vão manter os discursos?

Teremos um engajamento à lá Lula: como-nunca-antes-na-histora-dêste-paiz? Ou voltaremos ao silêncio e apatia de sempre?

Itatiba: sindicato de servidores e vereadores de oposição dizem ter vitória 'acachapante'




Após 17 dias de greve, o Tribunal Regional do Trabalho, da 15ª Região em Campinas, realizou sessão extraordinária, nesta quinta-feira (26) e incluiu a greve dos servidores municipais de Itatiba que, inicialmente, ficou agendada para o dia 10 de julho.

Com direito a fretamento de ônibus, muitos flashs, mãos dadas e braços erguidos, os líderes do movimento envaidecem-se de conquistas que ficaram aquém do que, de fato, gostariam.

Eis que rufam os tambores, soam os clarins, estende-se o tapete vermelho para sua Majestade o Reajuste. Seu tamanho? Dos 9,28% EXIGIDOS, ALARDEADOS, GRITADOS, foi determinado o montante de 5,82%, isto é, 3,46% menor do que se bradava.

A Prefeitura terá que aumentar em 1,42%. Não me parece algo tão "acachapante" assim. Ah! Mas tem a multa de R$100 mil pela prática de atos antissindicais. Deve caber recurso, vamos ver o que diz a Prefeitura.

Vitória, de fato, para os GREVISTAS é não perder os 17 dias parados. Só é preciso saber o que acham aqueles que não pararam e vão receber o mesmo. Ao menos fica o saldo positivo para os grevistas. Afinal, perder esse montante iria dar dor de cabeça. No entanto, não vai ter abono de 100% das faltas. Será preciso compensar 50% delas. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra, não é mesmo?

PALANQUE DE PALHA
Quanto à história da "ilegalidade" do aumento proposto pela prefeitura; a ameaça de que o resultado para a Prefeitura seria "muito pior" etc etc etc. Tive a curiosidade de pesquisar a legislação MUNICIPAL em vigor desde 1998.

A Lei nº 2.971, de 11 de fevereiro de 1998. Em seu art. 1º, versa o seguinte:
"Os vencimentos, salários, proventos e pensões dos servidores ativos, inativos e pensionistas, estatutários ou celetistas da Prefeitura do Município de Itatiba, serão reajustados anualmente, em no m mínimo setenta por cento (70%) da variação plena do IPC/FGV (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas) ou por qualquer outro índice que venha a substituí-lo, por Decreto, e, acima da variação plena, mediante remessa de projeto de Lei ao Legislativo."

E viva à liberdade de expressão. Até 2016, dá tempo de realizar mais duas greves e abrir espaço para que alguns se aproveitem de um dos melhores palanques político-eleitoreiros que se tem referência: o funcionalismo público.

Setor de ambulância: pano de fundo para novela mexicana




Não gostaria de ter que tocar neste assunto, mas nossas fontes não podem se expor em função das retaliações que seus amigos e parentes podem sofrer, temos de "fazer este favorzinho difícil".

Agora, os comentários estão ainda mais pitorescos. Vejamos: 
a) No plantão noturno virou zona: marido e mulher saindo juntos na ambulância;
b) Guarda Municipal de outra cidade que vem jantar no setor com a esposa;
c) Uso do pátio da ambulância para guardar carro de oficina particular;
d) Conselho de ética com participação de profissional que deixou agulho na nádega de uma criança;
e) Uso de veículo público para serviço de pedreiro;
f) Picuinhas entre gestores; 
g) Mais motorista para menos veículos: 5 para 2.

Minha fonte será preservada sempre e permanentemente. Nem adianta ficar com a orelha em pé. Para que eu apresente o nome da mesma, só com ordem JUDICIAL e resguardado o direito de APENAS O JUIZ TER ACESSO.


Redes sociais são importantes, mas falta muito para engajar massas



A bem da verdade, não sei se o "engajamento de massas" em questões públicas um dia será possível, nem pelas redes sociais, nem por outros expedientes. Acredito, sim, na MOBILIZAÇÃO de massas. Uma coisa mais pontual como a realização de um protesto específico.

De qualquer forma, a tecnologia da informação é fator decisivo para a mudança da postura de PARTE da população brasileira. Ainda falta muito para que a politização alcance mais pessoas. Para melhorar isso, seria fundamental um trabalho sistematizado dentro das escolas, com efeitos de médio e longo prazos. Mas isso é outro assunto.

Por pura curiosidade, resolvi compilar o total de comparecimento às urnas em 2012 nas cidades de Campo Limpo, Várzea, Jundiaí, Itatiba e São Paulo, e calcular a proporção de participação em alguns canais de comunicação no Facebook tanto da iniciativa popular quanto do poder público.

Embora não tenha caráter científico, o levantamento aponta que o Grupo 

O Grupo Debate Campo Limpo Paulista pode se envaidecer pelo percentual de participação.
Na comparação com os canais elencados, o Grupo está à frente até mesmo da fanpage da Prefeitura de Jundiaí. Se considerar o volume de vezes que o endereço da fanpage é repetido nas peças publicitárias da Prefeitura, um orgulho nada velado se torna ainda mais justificado.

Afinal, não se dispõe de recursos para instalar outdoor ou bancar mídia impressa (volantes, jornais, revistas etc) com o endereço do grupo. Toda mídia é virtual e espontânea.
Isso faz com que minha risada sarcástica ecoe ainda mais alto quando lembro que um porta-voz oficioso do Clube da Vingança, especialistas no retrocesso e na destruição, define o grupo como "Desgaste".

Acho que já temos know-how para ensinar a como ser "desgastante" e, mesmo assim, com relação ao número de eleitores que compareceram às urnas em 2012, ser o grupo que detém melhor índice.

 
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