Plataforma eleitoreira: transporte público




Durante as eleições municipais todo mundo se torna especialista em tudo. Surgem solucionadores para Educação, Saúde, Habitação, Segurança, Infraestrutura, Saneamento, Turismo, Cultura, Esporte & Lazer, Geração de Renda, Emprego e tudo o mais.

Os "especialistas" se reúnem nos botecos, combinam-se nos comitês partidários e logo conseguem resolver até o que ainda nem surgiu como problema. Os que existem, então, é solução imediata assim que cada otário em questão assumir o poder.

Uma das pautas prediletas dos oportunistas é o transporte público municipal. Em Campo Limpo Paulista isso também é regra. Para ganhar a eleição de 2012, o atual aquecedor da cadeira executiva dizia que romperia o contrato com a concessionária Rápido Luxo Campinas. 

O grande mote era atacar o então prefeito Armando Hashimoto e ao ex-prefeito, então candidato, Luiz Antonio Braz, ambos do PSDB, por causa de um contrato assinado com validade de 30 anos com a mesma concessionária. Curioso é que a empresa não é mesmo um primor, mas foi a única que aceitou enfrentar a prestação de serviço na cidade na década de 1990, posto que outras empresas não quiseram colocar seus carros em vias completamente esburacadas posto que mais de 50% da cidade não era asfaltada.

O transporte atual é ruim? Sim. Precisa melhorar? Óbvio. Entretanto, já foi muito pior. Claro que isso é negado por mero capricho. De qualquer forma, não gostar de A, B ou C é algo natural na vida. Sai ano e entra ano e as nossas preferências se alternam. Escolhemos um lado ou ele nos escolhe. A neutralidade é blefe. A imparcialidade uma falácia.

Podem até não concordar com um contrato de 30 anos à Rápido Luxo Campinas. No entanto, o contrato não é "ad eternum". Portanto, pode ser rompido. A cláusula que permite a interrupção está lá.

A trupe de otários que está DESGRAÇANDO A CIDADE há 732 dias disse que iria tirar a Rápido Luxo da parada. Cadê? Era só mais um blefe? Não é assim tão simples? Ah! Pensei que fosse.


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De fato, papel aceita tudo


Eleições em qualquer âmbito virou uma espécie de exercício circense. Na classe política vale sorriso falso, roupa engomada, cabelo bem alinhado, discurso projetado conforme o que as pesquisas qualitativas apontam a direção. 

Em Campo Limpo Paulista, o pleito de 2012 foi um momento único para estudo de caso. O candidato de oposição ao governo tucano que completava seu 4º mandato seguido, conseguiu enganar com maestria a população.

Os registros da mentira estão aí para ninguém dizer que hoje estamos inventando.







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Em campanha, viaduto era atacado. Eleito, a obra é 'conquista da administração'




Na sanha de voltar ao poder para detonar a cidade, Zé de Assis e sua trupe construiu toda sorte de discursos. Ser vil e baixo é algo da natureza do Munrá e de seus asseclas. Vale tudo. Até assassinar reputações, se assim eles entenderem necessário para galgarem o poder.

Desde que começou a esquentar a cadeira de prefeito, o indivíduo elaborou discurso de modo a tentar fazer crer que o novo viaduto em construção desde fevereiro deste ano é uma conquista que dependeu de seus méritos.

Ocorre, porém, que durante as eleições municipais ele e sua trupe faziam questão de atacar ao projeto já em andamento e até mesmo de desacreditar tanto ao adversário Luiz Braz quanto ao governador Alckmin: "Depois de 18 anos à frente do estado e 16 à frente da prefeitura os tucanos promete um novo viaduto." (trecho do boletim informativo da coligação do PR)

Ora, se durante a campanha o próprio Badameco-mor reconheceu que a promessa era do PSDB, por que depois de eleito busca, a qualquer preço, colocar os créditos da obra em sua conta?

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Memoriômetro para o Clubinho da Vingança




Se vocês esqueceram quais as mentiras que espalharam, faço questão de trazer à memória para ver se vocês entram 2015 com a cuca mais fresca Ou será que que vocês se especializaram na arte de mentir. Impressionante!
Para quem ainda diz que cobramos demais, em dois anos, da caixa de Pandora dos vingadores o que se viu de concreto?

Do plano de governo, foram destacadas os pontos principais, pelo que se presume que estas seriam as PRIORIDADES para os primeiros dois anos. Só para exemplificar, a Atividade Delegada e o Plano de Carreira do Professor (os dois tópicos citados em boletim dos aperreados) sequer os projetos foram encaminhados ao Legislativo.

Ações que poderiam ter sido executadas no máximo começo ou metade de 2014, quando muito. Ah! Eles ainda têm dois anos. Hum.... sei.

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Como é bom pegar malandro na mentira




Quando queria voltar ao poder para detonar a cidade, Zé de Assis e seus asseclas tiveram o cuidado de sair fotografando alguns poucos pontos com acúmulo de lixo (não duvido nada se não juntaram um montante em casa e levaram para os pontos onde queriam fotografar). Também publicaram foto de calçada com algum dano o que seria, segundo eles, um fator de risco talvez de morte para os cidadãos! Uau!

A ideia era dizer que o Armando não estava mantendo a limpeza pública e que o Munrá, o Mito, a Lenda, o Xerife, o "Homi-di-ferru" iria fazer isso e, mais, daria segurança aos transeuntes.
O que dizer, então, da atual cara da cidade? Isso é que é uma cidade "limpa" e "segura"?


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Onde estão os revolucionários da Cultura?




Em 2012, campo-limpenses da classe artística organizaram uma manifestação teatral para alegar que a Cultura estava morta. Dois anos depois, por que não vejo nenhuma algazarra igual ou maior?

Afinal, quando resolveram fazer a intervenção, a fogueira de vaidades intentava atacar o então coordenador de Cultura e um grupo de teatro que arregaçava as mangas e estava sempre fomentando a cultura no município.

A despeito das reclamações que são sempre necessárias para contribuir com a melhoria do bem comum, na época que sepultavam a Cultura a prefeitura mantinha os festivais estudantis de Literatura, Dança, Música e Teatro. Ocorria, também, o festival de monólogos, além das oficinas culturais para crianças e adultos. Mesmo assim, julgaram que estava morta.

Agora, por uma questão pública e notória de incompetência e por mero capricho sabe-se lá de quem, sequer o Teatro Municipal está em uso. Até mesmo as formaturas que sempre faziam borbulhar o local há dois anos não podem mais acontecer ali. Em um contexto desse, era para ter intervenção, protesto, encenação ou seja lá que nome queiram dar, ao menos uma vez por mês. Se o fizerem, engulo meu orgulho e vou até cobrir as ações dos senhores para dar publicidade na imprensa local.

Ou vão esperar as eleições de 2016 para escolher o lado que prometa mais vantagem e começarem a fazer seus discursos "indignados e libertários"? O que impede de alguma ação efetiva agora? A possibilidade de alguma vantagem prometida para algum momento do atual espetáculo circense? Se vão esperar até lá, deixo o aviso agora de que não receberão o menor crédito. Ao menos não de minha parte.

A publicação que ilustra o post foi veiculada em Outubro de 2012 pelo jornaleco eleitoreiro que nomearam de Agora Campo Limpo e que circulou apenas até maio de 2013.


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Prefeitura atrasa pagamento de servidores, mas nega o fato


Cuidaram de arquitetar a manobra fiscal, mas esqueceram de afinar o discurso. Isso é normal em quem quer desinformar. (Clique nas imagens para ampliar).








#‎ColóquioFlácidoParaAcalentarBovinos‬

 
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